terça-feira, 31 de julho de 2012

Na Minha Estante: Nada Além


Composta por Custódio Mesquita de Pinheiro e Mário Lago, a música foi gravada originalmente em 1938 pelo já famoso Orlando Silva, que ganhou do locutor Oduvaldo Cozzi o apelido de “cantor das multidões”, como era mais conhecido na época.
A canção foi também um dos maiores sucessos da carreira de Custódio Mesquita, que foi uma espécie de Tom Jobim da década de 1930 e que também fez bastante sucesso dois anos depois com outra composição, Mulher, interpretada originalmente por Silvio Caldas.
Em 2007, a música foi regravada por Sidney Magal e, no mesmo ano, fez parte da trilha sonora da novela Eterna Magia, exibida pela Rede Globo.


segunda-feira, 30 de julho de 2012

Revivendo a Trilha: Tudo por nada


Composta por S. Climie e D. Morgan, Tudo por nada fez parte do repertório do CD O amor me escolheu, o quarto álbum de estúdio do cantor Paulo Ricardo, de 1997. No ano seguinte, a música foi o tema de abertura da novela Pérola Negra, exibida pelo SBT e que teve Dalton Vigh e Patrícia de Sabrit nos papéis principais.  




domingo, 29 de julho de 2012

Momento Globo de Ouro: Com todos menos comigo

A música, que já apareceu em várias edições do Globo de Ouro, fez parte do repertório do quarto LP da banda Dominó, cujo título é Dominó, mas que também é conhecido como “álbum preto”.
Lançado em 1988, o álbum foi muito marcante por conta do visível amadurecimento do grupo, músicas cujo conteúdo das letras incentivava mais a reflexão e também por ser o último a contar com a formação original do grupo, pois Nill deixou a banda para seguir carreira solo no ano seguinte. 


sábado, 28 de julho de 2012

Crítica da Semana: A volta da maestrina ao Viva não empolgou



Exibida originalmente pela Rede Globo em 1999, Chiquinha Gonzaga com certeza está entre as melhores minisséries da Vênus Platinada, mas não deveria ser reprisada outra vez pelo Canal Viva, pelo menos não agora. Para quem não se lembra, a história de Chiquinha Gonzaga já esteve na tela do Viva entre o fim de 2010 e o início de 2011. Talvez seja por esse espaço tão pequeno entre a primeira e a segunda reprise no canal a cabo que a minissérie não está entusiasmando pessoas que, como eu, adoraram assistir em 2010, mas que agora quase não acompanham.
Mas, apesar da segunda reprise ser um tanto prematura, pelo menos valeu a iniciativa do Canal Viva de colocar em sua programação a história de uma figura tão importante na música brasileira principalmente agora, que o Brasil parece não ter nada que realmente preste em vários de seus estilos musicais. Vai que de repente a trajetória da maestrina incentiva os telespectadores a serem mais seletivos na hora de escolher o que ouvir, não é mesmo?
Entretanto, vale à pena destacar um ponto ao qual não dei muita atenção quando vi em 2010, mas que quando assisto a alguns capítulos agora fica bem claro para mim: a trama foi fiel a realidade da maestrina, mas poderia ter dado mais destaque à carreira musical que ela construiu, pois é o que realmente importa. Acho que o enfoque na vida amorosa de Chiquinha acabou enfraquecendo e atrapalhando a trama, pois o que me interessa como telespectadora vê-la apanhando de seu primeiro marido, sendo traída pelo segundo, tendo um caso com Carlos Gomes e dizendo que o terceiro marido era na verdade seu filho adotivo?
Na verdade, o que realmente deveria importar na história era o amor da compositora pela música (em especial pelo piano) e também as obras que ela compôs, músicas que são famosas até hoje, como Ó Abre Alas.
Para quem quiser assistir a minissérie que retrata a vida da maestrina, Chiquinha Gonzaga vai ao ar de segunda à sexta-feira, às 23h15, com reprise às 5h, no Viva.

Último Som Brasil da temporada homenageia Cartola

Alcione agita o programa (Foto: TV Globo / Frederico Rozário)
Exibido originalmente em 31 de outubro de 2008, o programa apresentado por Letícia Sabatella tinha como objetivo homenagear o centenário desse grande sambista, que foi um dos fundadores da Estação Primeira de Mangueira, uma das escolas de samba mais respeitadas do Brasil.
E para relembrar os grandes sucessos do mestre Cartola, o Som Brasil contou a participação de Alcione, Vanessa da Mata, Teresa Cristina, Pedro Moreira e outros cantores, que interpretaram canções como Autonomia, Alvorada, O sol nascerá, As rosas não falam, Tive sim e O mundo é um moinho.
O Som Brasil em homenagem a Cartola, o último desta temporada, que a partir da semana que vem dará lugar ao programa Chico e Caetano, vai ao ar hoje, à meia-noite e será reprisado amanhã, às 19h20, no Viva.

sexta-feira, 27 de julho de 2012

Repeteco: Vida Real


Composta por Djavan, a música se tornou uma das mais famosas do LP Oceano, de 1989, o álbum mais famoso desse grande cantor e compositor alagoano.
Devido ao êxito alcançado pela canção, no ano seguinte ela foi escolhida para fazer parte da trilha sonora da novela Barriga de Aluguel, que está sendo exibida pelo Viva de segunda à sexta-feira, às 16h30, e sendo reprisada às 02h15. 

quinta-feira, 26 de julho de 2012

Dica de Quinta: In My Life

Composta pela consagrada dupla John Lennon e Paul McCartney, ela foi lançada pelos garotos de Liverpool (ou se preferirem, pelo mundialmente famoso grupo The Beatles) no álbum Rubber Soul, de 1965. Essa música se tornou tão famosa que até hoje é uma das mais executadas e regravadas da banda.
Entretanto, a canção é também uma das mais polêmicas, uma vez que após a separação do grupo, em 1969, Lennon acusou McCartney de não tê-lo ajudado tanto assim na composição de In My Life, alegando que o ex-parceiro de músicas deu apenas uma pequena contribuição para a letra. Já Paul McCartney afirma que ajudou a compor a música do início ao fim.
Em 2001, a música ganhou uma versão brasileira, feita por Rita Lee, que os admirava desde a adolescência, quando fazia parte da banda Os Mutantes. A eterna rainha do rock brasileiro dedicou um álbum de sua carreira, Aqui, Ali, em qualquer lugar, à sua paixão da juventude, no qual canta grandes sucessos da banda inglesa e também traz versões brasileiras de algumas dessas canções, e uma delas é justamente In My Life, que na versão de Rita passou a se chamar Minha Vida



Chico e Caetano substitui Som Brasil em agosto


Em agosto, Caetano Veloso completa 70 anos, e para fazer uma homenagem à altura desse grande cantor e compositor da Música Popular Brasileira, o Canal Viva vai reprisar o programa que Caetano apresentou junto com outro grande nome da MPB, Chico Buarque.
Exibido mensalmente em 1986, Chico e Caetano volta ao ar pela segunda vez no Viva em agosto, no lugar do Som Brasil, que a partir de setembro volta a grade do canal normalmente. Sendo assim, Chico e Caetano será exibido no sábado, à meia-noite, e reprisado no domingo, às 19h, a partir do dia 4 de agosto.

Viva reprisará Chacrinha nesta semana


Cassino do Chacrinha (Foto: CEDOC/ TV GLOBO)
No próximo sábado, dia 28 de julho, o Canal Viva reprisa mais um episódio do programa Cassino do Chacrinha, exibido originalmente pela Rede Globo nas tardes de sábado entre os anos de 1982 a 1988.
Com a participação de artistas como Sylvinho Blau Blau, Rosana, Alcione, Roberto Leal, Agepê, Trem da Alegria e outros que faziam muito sucesso na época em que esse episódio foi exibido, por volta de 1988, o programa do velho guerreiro era praticamente um Globo de Ouro mais popular, uma vez que impulsionou a carreira de muita gente e também recebia muitos cantores cujas canções estavam no auge naquela época. Dono de um jeito peculiar e de um carisma impressionante, não foi à toa que esse grande comunicador foi citado como um dos maiores brasileiros de todos os tempos em uma votação realizada pelo SBT.
O programa Cassino do Chacrinha será reprisado no sábado, às 13h, e será reprisado no domingo, às 15h50, no Viva.

quarta-feira, 25 de julho de 2012

Som Brasil deste mês homenageará a Música Brega


Reginaldo Rossi (Foto: Matheus Cabral/ TV Globo)Com o título de Fogo e Paixão, que são dois ingredientes importantíssimos para aquecer os corações apaixonados, o programa mensal apresentado por Camila Pitanga irá relembrar músicas que mostram a intensidade desse sentimento tão profundo que é o amor.
Para relembrar as canções que embalaram não só romances como também decepções e dores de cotovelo, que foram responsáveis por render a esse estilo a denominação de Música Brega, o Som Brasil contará com a presença de artistas que fizeram história no gênero, como Amado Batista, Reginaldo Rossi, Fernando Mendes e Odair José e também artistas da nova geração, como Nando Reis, Bárbara Eugênia e Leo Tucherman.
Entre as principais músicas estão clássicos como Garçom, Você não me ensinou a te esquecer, Fogo e Paixão, Eu não sou cachorro não e outras canções que são chamadas injustamente de bregas, pois se cantar o amor é ser brega, imagina então o tipo de sentimento que deve estar na moda hoje em dia...
O Som Brasil Fogo e Paixão vão ao ar na madrugada de sexta para sábado, logo após o Programa do Jô.   

Coluna Anos Dourados: Todo Amor é Bom

Interpretada pelo grupo Lilith, a música foi o tema de abertura da minissérie Sex Appeal, de Antônio Calmon, que foi ao ar na Rede Globo na década de 1990. Essa minissérie foi o primeiro trabalho de atores que permanecem na televisão até hoje, como Camila Pitanga, Nico Puig, Carolina Dieckmann, Felipe Folgosi, Danielle Winits e Luana Piovani.
Exibida originalmente em 1993, a minissérie, que tinha o mundo da moda como pano de fundo para mostrar os dramas vividos por 4 garotas que sonham em seguir a carreira de modelo,  foi reprisada pelo Canal Viva no ano passado. 




terça-feira, 24 de julho de 2012

Música no Cinema: Moon River



Composta em 1961 por Johnny Mercer e Henry Mancini, essa música é uma das famosas trilhas de filmes, uma vez que só de ter sido interpretada por Audrey Hepburn no clássico Breakfast at Tiffan’s, conhecido por aqui Bonequinha de Luxo, já faz essa canção ser no mínimo especial.
No filme, a música, que foi composta para que fosse adequada à voz da atriz, que não era cantora profissional, fez parte da sequência em que Paul e a personagem de Audrey Hepburn, Holly Golightly, se encontram enquanto ela está cantando e tocando violão na janela do apartamento onde mora. Entretanto, apesar da memorável interpretação de Audrey no número musical, Moon River não saiu no álbum de Bonequinha de Luxo, sendo lançada a versão original da música em um álbum apenas alguns meses após a morte da atriz, em 1993.


Na Minha Estante: Stickwitu



Lançada no final de 2005, Stickwitu, (que é a abreviatura da expressão Stick With You) foi o segundo single do grupo The Pussycat Dolls, que no ano seguinte lançou seu primeiro CD, PCD, do qual a canção fazia parte.
A música composta por F. Golde, K. Livingston e R. Palmer fez tanto sucesso que além de conquistar boas posições em várias das principais paradas musicais do mundo, também foi indicada para o 49° Grammy Awards, sendo vencida por My Humps, do também famoso grupo The Black Eyed Peas.


segunda-feira, 23 de julho de 2012

Perfil: Maria Rita



Ela demorou um bom tempo para assumir seu desejo de se tornar cantora por não ter um motivo concreto. Quando ela finalmente entendeu que era isso mesmo que queria, mostrou a todos que a genética pode ter a influência que for, mas não se constrói uma carreira sem ter talento, o que ela prova ter de sobra a cada trabalho que se propõe a desenvolver.
Entretanto, nesses anos de carreira, ela já recebeu rótulos muito duros, como imitadora oficial da Elis Regina. Alguns seres sem um pingo de sensibilidade e bom senso a acusam de assistir aos vídeos da mãe para imitar seus trejeitos no palco, como se o fato de ela ser simplesmente a filha não pudesse lhe render nada de parecido (E eu digo seres porque acusar alguém que nem conheceu a mãe direito de imitação é tão cruel que não merece ser classificado como pessoa).
Mas, nem mesmo as críticas conseguiram ofuscar a grande intérprete que sempre existiu dentro de Maria Rita. Ao longo desses 10 anos de carreira, ela já ganhou Grammys, lançou 4 CDs (Maria Rita, Segundo, Samba Meu e Elo) com repertórios de ótima qualidade, gravou músicas de grandes compositores da nova geração da Música Popular Brasileira e também dos já consagrados, inclusive alguns que foram contemporâneos de sua mãe e ganharam projeção no cenário artístico compondo canções para ela interpretar. Das parcerias de Elis, ela “herdou” Milton Nascimento, Gilberto Gil, Rita Lee e outros, esta última sendo a razão de Elis ter escolhido chamá-la de Maria Rita. Além disso, músicas cantadas por ela fizeram parte de trilhas sonoras de novelas da Rede Globo, como Senhora do Destino e Insensato Coração (Em ambas cantando a música tema de abertura). Entre seus principais sucessos estão Cara Valente, A Festa, Caminho das Águas, Encontros e Despedidas, Tá Perdoado, Samba Meu, Coração em Desalinho e Pra Matar Meu Coração.
O seu mais recente trabalho talvez seja o mais especial de todos, pois além de ser a comemoração dos 10 anos de carreira, é também o fim de um “tabu” e também um presente aos fãs de mãe e filha para marcar esses 30 anos sem Elis Regina: desde março deste ano, Maria Rita tem feito uma série de shows em homenagem à mãe e nele tem revisitado o repertório dessa grande artista, dando aos mais jovens a oportunidade de conhecer e aos mais velhos a chance de relembrar músicas tão importantes para a cultura brasileira. Inicialmente chamado de Viva Elis e com apenas 5 apresentações programadas, agora o show foi rebatizado de Redescobrir, e continuará sendo apresentado em vários lugares e será lançado em CD e DVD em breve.      


domingo, 22 de julho de 2012

Momento Globo de Ouro: Zona Zen


Composta por um dos melhores parceiros do Rock Nacional, Rita Lee e Roberto de Carvalho, essa música foi lançada no em 1988, num LP também chamado Zona Zen. Além do sucesso da faixa-título, que rendeu várias apresentações de Rita no Globo de Ouro, outra música desse LP também se destacou bastante, Independência e Vida, que no ano seguinte fez parte da trilha sonora da novela Top Model

sábado, 21 de julho de 2012

Rita Lee e Pitty vão ao Altas Horas


O Altas horas dessa semana não poderia estar melhor: Hoje, o programa de Serginho Groisman vai receber Pitty e Rita Lee, que apesar de ter se aposentado dos palcos no início deste ano, cantará alguns de seus sucessos no programa. Além disso, as duas estrelas do Rock Nacional vão participar de um bate papo com outros convidados do programa, como Malu Mader e Lilia Cabral.
O programa Altas Horas vai ao ar hoje, às 1h20, na Rede Globo, e será reprisado amanhã, às 16h, e segunda, às 15h, no Multishow. 

Crítica da Semana: A maior piada de todos os tempos


Após longo período de votação pela internet, no dia 11 de julho o SBT estreou o programa O maior brasileiro de todos os tempos, cujo objetivo dos primeiros programas é mostrar quais foram os 100 mais votados e passar instruções da próxima fase da pesquisa, para o qual passarão somente os 12 mais votados.
De acordo com o que têm sido divulgado em alguns sites, os finalistas são esses: Pelé, Lula, Fernando Henrique Cardoso, Juscelino Kubitschek, Getúlio Vargas, Ayrton Senna, Chico Xavier, Irmã Dulce, Princesa Isabel, Santos Dumont, Tiradentes e Oscar Niemeyer. A escolha de alguns desses 12 nomes chega a ser surpreendente, uma vez que, hoje em dia, é difícil ver alguém que realmente sabe a importância de figuras históricas como Tiradentes, Princesa Isabel e até mesmo Santos Dumont, pois parece que a história não tão recente do Brasil não interessa para seu povo.
Entretanto, praticamente metade da lista dos finalistas consiste de políticos, que sabemos que boa parte da classe não é grande coisa, mas que mesmo assim recebe votos (e olha que não foram poucos). Aliás, um político é a minha aposta para campeão dessa pesquisa, o Lula. Apesar de eu ter um pouco de simpatia por ele, eu não acho que ele tenha feito algo de tão importante assim para ser O maior brasileiro de todos os tempos, assim como não acho que Pelé e Ayrton Sena mereçam também, pois eles podem ter sido ótimos esportistas, mas também não fizeram nada de tão extraordinário que mereça tal título. Caso eu venha a votar em um dos finalistas, provavelmente optarei por Chico Xavier, Irmã Dulce ou Princesa Isabel, pois esses sim tiveram ações dignas de um prêmio como esse.
Além dos 12 finalistas, outro ponto me chamou a atenção: os indicados do ramo musical. Nada contra Luan Santana, Ivete Sangalo, Michel Teló, Joelma e Cláudia Leitte, mas é um absurdo que eles estejam nesta lista quando não fizeram nada de importante e, no caso da Ivete Sangalo e do Luan Santana, ainda por cima em boas posições. A inclusão deles nessa pesquisa com certeza partiu de fãs desesperados, que não entenderam a proposta do programa ou então confundiram o nome com “o maior sucesso da atualidade”. Enquanto isso, artistas do calibre de Tom Jobim, Cazuza, Chacrinha e Chico Buarque, que realmente fizeram a diferença na história do Brasil, se classificaram em posições ridículas. Quanto à Xuxa eu prefiro não fazer maiores comentários, pois chega a me dar vergonha alheia só de pensar que alguém tem coragem de votar num tipinho desse.
E claro, como desgraça pouca não é bobagem, artistas que realmente fizeram coisas memoráveis, como Rita Lee, Caetano Veloso, Vinícius de Moraes e Nara Leão nem ao menos estão entre os 100 mais votados. Pelo jeito, no Brasil quem participa de Rebeldes, adora um holofote ou canta Sertanejo Universitário tem mais valor do que quem desafiou uma Ditadura com composições e interpretações inteligentes, que realmente acrescentaram alguma coisa de importante na cultura do país.
Da classe artística, acho que só quem realmente se deu bem na enquete foi Renato Russo, Luiz Gonzaga e Roberto Carlos, apesar de os dois primeiros ficarem atrás do Silas Malafaia e do Neymar e o Roberto Carlos não ter voz nenhuma e só ter esse poder todo por ser o protegido da Globo. Além deles, Raul Seixas e Elis Regina também tiveram boas posições, mas só de saber que foram menos votados do que Ivete Sangalo, Luan Santana e algumas pessoinhas que nem ao menos deveriam por a cara na televisão, eles provavelmente devem estar se revirando no túmulo até agora.   
Mas, apesar da chacota que se transformou essa lista, a intenção do SBT foi boa e o programa também é bom, mesmo não podendo votar no Silvio Santos. Para quem quiser assistir O maior brasileiro de todos os tempos, ele vai ao ar toda quarta, às 23h30, e as vezes é reprisado aos sábados, às 22h15.     

Som Brasil homenageia Ary Barroso

Roberta Sá apresenta grandes sucessos do compositor mineiro (Foto: TV Globo / Fabrício Mota)Daniela Mercury canta no 'Som Brasil' (Foto: Fabrício Mota / TV Globo)Exibido originalmente em 26 de Setembro de 2008, o programa apresentado por Letícia Sabatella contou com a presença de Daniela Mercury, Roberta Sá, o grupo Casuarina e o cantor Fênix para relembrar os maiores sucessos desse grande nome da Música Popular Brasileira, que ficará para sempre conhecido como o compositor de uma das músicas mais famosas de todos os tempos: Aquarela do BrasilAlém desse grande clássico da MPB, foram interpretados outros sucessos da carreira dele, como No Rancho Fundo, Na Batucada da Vida, Foi Ela e Na Baixa do Sapateiro.
O Som Brasil em homenagem a Ary Barroso vai ao ar hoje, à meia-noite, e vai ao ar amanhã, às 19h, no Viva.

sexta-feira, 20 de julho de 2012

Repeteco: Como uma onda


Composta por Nelson Motta e Lulu Santos, que a gravou em 1983, essa música foi gravada para a trilha sonora de do filme Garota Dourada, de Antônio Calmon. Por ser  uma das canções mais conhecidas do cantor, é a mais pedida nos shows dele até hoje. Em 2002, a música fez parte da trilha sonora da novela Marisol e, posteriormente, foi o tema de abertura de uma novela exibida pela Rede Globo, chamada Como uma onda.     
De acordo com a declaração de Nelson Motta, a letra dessa música, que ele considera um bolero moderno, foi inspirada por Jorge Luis Borges e também por um livro do alemão Eugen Herrigel, A Arte Cavalheiresca do Arqueiro Zen, pois ambos representam a indecisão dele entre a filosofia e o excesso de drogas no Rio de Janeiro daquela época.


quinta-feira, 19 de julho de 2012

Dica de Quinta: Bete Balanço


A ideia que deu origem a esse grande clássico do Rock Nacional, Bete Balanço, veio por conta do sucesso que o Barão Vermelho estava fazendo por causa de Pro Dia Nascer Feliz, também composta por Cazuza e Frejat. Graças à fama conquistada com essa canção, a banda foi convidada para compor e gravar o tema do filme Bete Balanço, protagonizado por Débora Bloch em 1984, mesmo ano de lançamento do LP que trazia a música no repertório, Maior Abandonado. Sucesso de público e crítica, esse foi o último LP que contou com a formação original do Barão Vermelho.
Bete Balanço estourou nas paradas de tal forma que, além de transformar o filme em um verdadeiro sucesso, se transformou também no maior sucesso banda, sendo até hoje a música mais regravada do Barão Vermelho.  

quarta-feira, 18 de julho de 2012

Coluna Anos Dourados: Mulher


Composta por Custódio Mesquita de Pinheiro, considerado o Tom Jobim das décadas de 1930 e 1940, e Sadi Cabral, essa música foi gravada originalmente por Silvio Caldas em 1940, sendo até hoje o maior sucesso de seus compositores.   
Em 1998 e 1999, Mulher foi o tema de abertura de um seriado de mesmo nome, que tinha o cotidiano de uma clínica especializada em atendimento a mulheres como foco principal. Desta vez, a música foi interpretada por Emilio Santiago. 


terça-feira, 17 de julho de 2012

Na Minha Estante: Inútil



Ultraje a Rigor consegue ser uma banda polêmica até mesmo quando não quer. Tudo bem que os protagonistas do barraco que contarei a seguir já fizeram as pazes, mas mesmo assim vale à pena contar essa história.
Na última sexta-feira, dia do rock, o humorista Bruno Mazzeo disse que a banda, que tem mais de 30 anos de estrada, estava tendo um fim de carreira dramático. O vocalista do Ultraje, Roger, fez jus ao primeiro nome da banda e respondeu de uma forma que com certeza deixou o “Bruninho” de cara no chão, pois o cantor deu a entender que ele é apenas uma nota na história do pai, Chico Anysio.
E agora vamos ao que mais interessa aqui, que é essa famosa música do Ultraje a Rigor, que foi censurada pelo fato de o Brasil ainda viver em uma Ditadura Militar na época em que foi lançada, em 1983. Com uma letra que alfinetava diretamente o cenário político do país, ela surgiu enquanto o vocalista da banda tomava banho, e tem frases que foram (e ainda são) um verdadeiro tapa na cara da sociedade, como por exemplo, “a gente não sabemos escolher presidente”, que foi inspirada na declaração de Pelé, que afirmou que “o povo brasileiro não sabe votar”. A música se tornou o maior sucesso da carreira do Ultraje a Rigor, servindo inclusive para que políticos alfinetassem uns aos outros.


segunda-feira, 16 de julho de 2012

Enquete Perfil



Vote em quem eu devo falar na Coluna Perfil do mês de Julho: João Bosco, Cazuza, Ronnie Von, Cauby Peixoto, Adoniran Barbosa, Maria Rita ou Chiquinha Gonzaga? Caso tenham outra sugestão, postem nos comentários deste post.

A enquete está no canto esquerdo da página e vocês tem até dia 23 para votar!


Revivendo a Trilha: Blue Moon


Durante a segunda metade de 2002 e alguns meses de 2003, Blue Moon embalava o início da noite daqueles que assistiam O beijo do vampiro sendo o tema de abertura da novela, que trouxe de volta a temática dos vampiros anos depois da exibição de Vamp, que também foi escrita por Antônio Calmon.
Entretanto, essa música já era um sucesso de outras décadas, pois foi composta por Richard Rodgers e Lorenz Hart em 1934, fazendo parte da trilha sonora de vários filmes da MGM, na qual ambos trabalhavam na época em que compuseram Blue Moon.
Devido ao sucesso da música principalmente em musicais por ter o maior jeito de balada, ela foi regravada por famosos como Mel Tormé e o eterno Rei do Rock, Elvis Presley, cuja música fez parte de seu LP de estreia, em 1956. Além disso, o grupo The Marcels também gravou a música para o álbum Blue Moon, de 1961. Curiosamente, o grupo não sabia a letra da música quando lhes foi sugerido que a gravassem, essa foi justamente essa versão a escolhida para ser o tema de abertura de O beijo do vampiro.  


domingo, 15 de julho de 2012

Crítica da Semana: (re)descobrindo músicas no Song Pop




Desde o mês passado, esse aplicativo virou febre na internet e tem ganho mais usuários a cada dia que passa, o que tem possibilitado que muitos deles relembrem ou até conheçam artistas e músicas que já fizeram muito sucesso um dia e, ao mesmo tempo, saibam também quais músicas estão fazendo sucesso no momento.
Entre as listas de estilos musicais nacionais que mais têm trazido sucessos do passado para as partidas do Song Pop estão o Brega Hits (cujo principal mistério para mim é não ter aparecido nenhuma música do Wando, o rei desse estilo, em nenhuma partida que eu joguei) e Brasil 2000. Outro estilo interessante para jogar partidas no Song Pop é MPB, pois apesar da lista desse estilo trazer músicas bem antigas, ela mescla bastante as músicas antigas e as atuais, o que vale à pena para quem quer conhecer um pouco mais de MPB e saber quais músicas do estilo fazem sucesso hoje em dia e também quais se destacaram em outras épocas.
Além da descoberta ou até mesmo do reencontro com músicas antigas, outro ponto que torna o aplicativo mais interessante é a possibilidade de competir com os amigos ou de fazer partidas aleatórias, pois assim as pessoas podem se gabar de saber mais do que outras pessoas em diferentes listas de estilos. Sendo assim, os usuários se divertem durante as partidas e também aproveitam para aprender mais sobre música, o que torna o Song Pop uma ótima opção para se distrair na internet, principalmente nas férias.

Momento Globo de Ouro: Te cuida meu bem


Composta por Paulo Massadas e Michael Sullivan, essa música fez parte do repertório do LP Paty, de 1987, o primeiro de Patrícia Marx em carreira solo (na época ainda conhecida somente como Patrícia), depois de 2 anos no grupo infantil Trem da Alegria.
Voltada mais para o público adolescente, essa música retrata a descoberta do primeiro amor, um momento importante para essa faixa etária, da qual a cantora também fazia parte na época do lançamento da música. 




sábado, 14 de julho de 2012

Som Brasil homenageia Erasmo Carlos


Erasmo Carlos e seu filho Alexandre Pessoal (Foto: TV Globo / Frederico Rozário)Exibido originalmente em 5 de setembro de 2008, o programa apresentado por Letícia Sabatella que homenageou um dos líderes da Jovem Guarda contou com a presença de Fernanda Takai, Silvia Machete, Andreia Dias e Alexandre Pessoal, filho do “Tremendão” e que apareceu pela primeira vez  na TV ao lado do pai.
Entre as músicas mais famosas do principal parceiro de Roberto Carlos estão Do fundo do meu coração,  Eu sou terrível, Gatinha Manhosa  e Minha Fama de Mau.
O Som Brasil vai ao ar hoje, à meia-noite, e será reprisado amanhã, às 19h, no Viva.

quinta-feira, 12 de julho de 2012

Dica de Quinta: Skyscraper


Hoje faz 1 ano do lançamento de Skyscraper, single que marcou a volta de Demi Lovato aos palcos depois de alguns meses afastada para tratar de problemas de saúde. Composta por  Toby Gad, Kerli Kõiv  e Lindy Robbins, a música foi escolhida para fazer parte do terceiro disco de Demi, Unbroken, por ter tudo a ver com o que ela passou nos últimos anos, uma vez que a letra fala sobre superação. 


Na Minha Estante: More than words

Composta e interpretada pela banda Extreme, a música foi lançada em 1990 e se tornou uma verdadeira febre mundial, sendo a mais conhecida do Extreme. Ela chama a atenção de quem ouve até hoje por conta da voz perfeita do intérprete, pela batidas e solos de guitarra e também por conta da letra, que nos mostra mais uma vez que é preciso provar o amor que se sente por alguém com atitudes concretas, e não apenas com palavras.   

domingo, 8 de julho de 2012

Momento Globo de Ouro: Mordidas de Amor

Versão brasileira de Love Bites, de Def Leppard, essa música, que pertence ao primeiro LP da banda Yahoo, de 1988, foi a responsável pelo grande destaque da banda no final da década de 1980. No mesmo ano, a música também fez parte da trilha sonora da novela Bebê a Bordo.

quinta-feira, 5 de julho de 2012

Dica de Quinta: Só Hoje


Composta por Rogério Flausino e Fernanda Mello, Só Hoje, que é uma das mais canções mais conhecidas do Jota Quest, foi o primeiro single de um dos CDs da banda, Discotecagem Pop Variada, lançado no fim de 2001.
Em 2003, ela fez parte da trilha sonora do seriado Malhação, sendo inclusive a primeira faixa do CD da trilha nacional. Até hoje, é comum essa música tocar nas rádios e também ser bastante pedida nos shows da banda, o que provavelmente deve ter a ver com os sentimentos expostos na letra, com os quais muita gente deve se identificar.

quarta-feira, 4 de julho de 2012

Coluna Anos Dourados: Anos Dourados


Para o post de estreia, nada mais justo do que escolher a música Anos Dourados, tema de abertura da minissérie de mesmo nome, na qual me inspirei para escolher o nome desta coluna, até porque se trata de uma das melhores minisséries da teledramaturgia brasileira e também do nome de uma canção feita por dois dos melhores compositores da Música Popular Brasileira.
Composta por Chico Buarque e Tom Jobim em 1986 especialmente para a minissérie, a música acabou sendo apenas instrumental na abertura, pois Chico Buarque demorou muito para entregar a letra da música concluída. Entretanto, isso não atrapalhou para que a música completa aparecesse na minissérie, uma vez que ela também era o tema dos protagonistas Maria de Lourdes (Lurdinha) e Marcos, interpretados por Malu Mader e Felipe Camargo.

terça-feira, 3 de julho de 2012

Na Minha Estante: Um girassol da cor do seu cabelo


A minha história como essa música vem de longa data, mas especificamente desde 2001, quando ela fez parte da trilha sonora da novela Estrela Guia, na voz de Claudia Ohana (Sim, ela é atriz e também cantora). Aliás, posso dizer que a trilha sonora dessa novela foi fundamental na minha vida, pois através dela tive meu primeiro contato com músicas importantes, como Imagine e Como Nossos Pais e cantores que hoje eu escuto bastante, como Lenine, Zeca Baleiro, Skank e Roupa Nova (E claro, foi a primeira vez que eu vi o nome de Elis Regina em um CD, como eu já havia dito aqui no post Um Dia).
Mas agora, voltemos à música em questão: Um girassol da cor do seu cabelo, que eu também havia descoberto há pouco tempo, quando assistia à novela. Mesmo com o passar dos anos, eu não me esqueci daquela música e fiquei muito surpresa quando descobri que a dona da voz era uma atriz, só que não parou por aí, pois essa foi apenas a minha primeira descoberta sobre essa canção.
Na semana passada, a Globo exibiu um Som Brasil em homenagem aos 40 anos do lançamento do primeiro LP do Clube da Esquina, e imagine a minha surpresa ao descobrir enquanto assistia ao programa que uma das músicas do repertório do LP era justamente Um girassol da cor do seu cabelo, que eu escutava desde criança sem fazer ideia de que ela fazia parte de um movimento musical de Belo Horizonte chamado Clube da Esquina e que tinha sido composta pelos irmãos Márcio e Lô Borges no início da década de 1970. É, depois dessa acho que dá pra eu acreditar que coincidências existem...   



segunda-feira, 2 de julho de 2012

Revivendo a Trilha: Jura



Para a estreia desta coluna, escolhi uma música que, apesar de ser bem conhecida, a origem dela é desconhecida de muita gente, que provavelmente acha que a música é de Zeca Pagodinho, quando, na verdade, ela existe há mais de 80 anos!   
Composto por Sinhô em 1928, esse samba foi gravado por seu aluno de violão, Mário Reis e, no mesmo ano, por Aracy Cortes.
Em 2000, Jura foi regravada por Zeca Pagodinho, tornando-se, no mesmo ano, o tema de abertura da novela O Cravo e a Rosa, exibida pela Rede Globo na faixa das 18h e tendo Adriana Esteves e Eduardo Moscovis interpretando os protagonistas Catarina e Petruchio. 

domingo, 1 de julho de 2012

Chiquinha Gonzaga (re)estreia no Viva


Gabriela Duarte como Chiquinha Gonzaga jovem (Foto: TV Globo)Regina Duarte faz a segunda fase de Chiquinha Gonzaga (Foto: TV Globo)A partir de amanhã, o Globo de Ouro deixa de ser exibido durante a semana para dar lugar a um grande sucesso na tela da Globo e do próprio Viva, que a reprisou pela primeira vez há quase 2 anos: Chiquinha Gonzaga.
Exibida originalmente em 1999, a minissérie de Lauro César Muniz contou a história dessa grande pianista, compositora, maestrina e incentivadora da Cultura Popular Brasileira, mostrando a vida dela desde a infância com os pais conservadores, o casamento forçado com Jacinto Ribeiro do Amaral, o rompimento com os costumes da sociedade da época  até o sucesso com composições como Atraente, Lua Branca, Valquíria e Ó Abre Alas e seus últimos anos.  
Chiquinha Gonzaga vai ao ar de Segunda à Sexta-Feira, às 23h e será reprisada às 05h00, no Viva.


Momento Globo de Ouro: Ideologia


Aproveitando que daqui a pouco vai ao ar no Viva a reprise do Som Brasil dedicado à Cazuza, eu escolhi para a estreia desta coluna uma das músicas dele que mais fizeram sucesso também no Globo de Ouro: Ideologia.
A música foi composta por Frejat e Cazuza no momento mais difícil da vida do eterno exagerado, que foi quando ele descobriu que estava com AIDS. Pouco tempo depois, ele lançou o álbum Ideologia, considerado o melhor álbum de estúdio gravado por ele, que lhe rendeu o Prêmio Sharp de 1988 de melhor álbum e o prêmio de melhor música para outra canção do LP, Brasil, famosa até hoje na voz de Gal Costa por ter sido o tema de abertura de Vale Tudo, exibida pela Rede Globo em 1988.



Novidades de Julho no Vitrine MPB


Julho no Vitrine MPB

Durante esse mês, algumas mudanças serão feitas aqui no blog. Entre as principais estão a mudança oficial da coluna Na Minha Estante para semanal, permanecendo na terça-feira (antigamente ela não tinha dia fixo), e o fim da coluna Meu Ídolo (que nem ao menos chegou a estrear por falta de histórias) e as férias da coluna Sobe o Som, para ver se com a volta da coluna as enquetes para escolher músicas pra postar nelas começam a ser votadas.

Além disso, teremos a estreia das seguintes colunas:

  • Revivendo a Trilha

Essa coluna funcionará como a coluna Repeteco, mas com uma diferença crucial: ela não falará de novelas que estão sendo reprisadas agora, podendo assim falar da música de qualquer novela – seja ela brasileira ou não, mesmo que ela nunca tenha sido reprisada.

  • Coluna Anos Dourados

Quando se pensa em trilhas sonoras, geralmente se fala muito nas de novelas, deixando assim de falar de tantas músicas que sempre são associadas a seriados e minisséries.
Pensando nisso, a coluna Anos Dourados (que inclusive leva o nome de uma minissérie muito famosa) vai falar semanalmente de músicas que foram marcantes nesses tipos de produção, podendo se tratar de minisséries/séries brasileiras ou não.

  • Mundo MPB

Essa na verdade não será uma coluna e sim uma seção sem dia fixo, que abrigará a notícias que tenham a ver com a música brasileira. Entretanto, a partir de agora o blog também vai ter notícias sobre artistas estrangeiros, uma vez que, querendo ou não, eles influenciam a nossa música.
                                                                                      
  • Momento Globo de Ouro

Desde que voltou ao ar por meio das comemorações de 2 anos do Canal Viva, o Globo de Ouro tem sido uma verdadeira coqueluche da TV a cabo e também da internet, motivo pelo qual fez o Viva dar um horário fixo para o programa em sua grade de programação.
Por conta disso, o objetivo desta coluna será selecionar uma música que foi apresentada no programa da semana e contar sua história, sendo uma forma de não deixar que canções, bons artistas e esse programa que esteve no ar durante 18 anos caiam para sempre no ostracismo.

Calendário Atualizado

Segunda-Feira: Revivendo a Trilha (Semanal) e Perfil (Mensal)
Terça-Feira: Na Minha Estante (Semanal) e Música no Cinema (Mensal)
Quarta-Feira: Coluna Anos Dourados (Semanal)
Quinta-Feira: Dica de Quinta (Semanal)
Sexta-Feira: Repeteco (Semanal)
Sábado: Crítica da Semana (Semanal)
Domingo: Momento Globo de Ouro (Semanal)